Lá esrava ela!

 E ela estava lá, tão linda, como sempre!


Ou foi assim que eu a pintei, sempre.


Cada vez que a via, meu coração se enchia de alegria. Sempre era bom vê-la!


Mas, essa vez foi a última, o coração se encheu e parece que explodiu.


Infelizmente, a pintura não sumiu, não some, apenas desbota e fica em alguma galeria, uma espécie de sala de artes lindamente dolorosas.

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