Matemática pura
Bom, vou falar de matemática, que sei que não entendo mesmo, porque os sentimentos já sei sobre todos.
Tenho meu filho, meu tudo, é o que mais importa aqui.
Já convivi com mulheres incríveis, que ainda hoje aprendo com elas.
E "tive"(não no sentido de posse), a mãe do meu filho.
Linda, jovem, especial. Sempre disse isso à ela. Passamos momentos incrivelmente maravilhosos. Ela, múltiplas vezes, foi surpreendente. Eu realmente admirava ela. Fez coisas por mim e para mim, que sempre quis e nunca tive. Ela foi especial e tivemos um filho!
De verdade, nem sei porque não estamos mais juntos e não nos entendemos mais.
Agora, paira uma possibilidade, remota, de entrar outras pessoas em nossas vidas. Só posso falar da minha.
Como terá de ser essa nova pessoa? Criarei expectativas alucinantes à ela. Pois ela terá de ser, no mínimo, brilhante, como foi a mãe do nenê. Aliás! Ela terá de fazer parte da vida dele, sem ser a mãe dele! Fico em dúvidas se quero uma pessoa na minha vida, imagina introduzir uma "estranha" na vida do meu tudo?
Bate um certo desespero, porque tem essa "seleção natural", das pessoas que entrarão na minha vida.
Maior probabilidade: ser apenas eu e meu filho. Uma imagem que carrego desde sempre na cabeça, sempre me vi pai, de um menino e nunca vi imagem de mãe. Hoje, creio que essa seja a configuração mais perfeita, no sentido de família, pais e filhos, todos juntos.
Assim, vamos vivendo, um dia de cada vez, com a esperança de que o futuro, tenha um "q" do passado.
03.08.2019
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